Sábado, 4 de Outubro de 2008

Amar o teu amor

 

 

Com um beijo começa a minha senda,

Vou contigo nesta viagem deleitosa…

Sabes o que quero e vens com um sorriso,

Apalpo e toco o que a imaginação desvenda,

Respiro a tua escura furna amistosa,

Apertas, agarras, sabes onde preciso…

 

O meu corpo bebe o teu seio

Delicia o sabor dos meus lábios

Lubrifica os olhos da minha mente

Abrem-se os corpos pelo seu meio

Os sexos unem-se, são sábios…

Tocam-se gozando o tempo presente.

 

Habito no abrigo da tua tenda de mel,

Que é gente disfarçada de lobo,

E que sabe, com toda a mestria,

Deleitar quem te apraz o anel…

Penetro-o, e grunho como um bobo…

Entro e amo como um deus grego faria.

 

Gritas de amor, perdida no alto,

Voas no céu, percorres o mato,

Nadas em mim, molhas o leito,

Arranhas a pele que tomas de assalto…

Encontras-te em mim, e no imediato…

Franzes os olhos, beijas o meu peito…

 

Como me adora o teu quente abraço,

Tal como te quero o pescoço,

E chupo com avidez acendido…

E sorvo loucamente o teu cansaço,

Dás-te completamente e sem esforço,

Culmino, e consagro-te o meu líquido…

 

Em beijos, delicio a paixão,

Relaxo suavemente e com estima,

Carinho, uma lágrima, no teu rosto…

Que corre até ao coração.

E toca por dentro e por cima,

Do amor que no peito foi posto.

 

Mário L. Soares

 

publicado por Lagash às 16:17
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Sábado, 23 de Agosto de 2008

Verão

 

 

Droga-nos o Verão com o sol e a luz

Traz-nos energia de dentro e cor

Dá-nos a força que queremos e amor

Azul em ondas do calor que produz

 

Abre as portas à praia e ao mar e corpos nus

Beija a nossa pele e sabe a licor

Dança ao som de um compasso sedutor

Embebeda o incauto, e à beleza faz jus

 

Gosto de o ver. Por vezes não quero…

Outras adoro, por tanto não o ter

No frio desejo, no calor desespero…

 

Trai-nos a todos, porque não diz que tem fim!

Vem calmo, entra à força e abandona o mundo

Visita, sem favor pedir e vai-se… assim…

 

Mário L. Soares

 

publicado por Lagash às 16:27
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