Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009

Prémio Blog de Ouro!

 

 

 

 

 

Prémio Blog de Ouro!

 

Lagash está novamente de parabéns!

 

O Alex do http://inoutyou.blogs.sapo.pt/ mais uma vez considerou o meu (nosso e vosso) blog merecedor de um prémio. Obrigado Alex pela tua simpatia - um abraço para ti.

 

Para se cumprirem as regras deste prémio, tenho que:

 

- copiar o prémio e colocar no seu blog;

 

- fazer referência do seu nome e colocar o endereço do seu blog;

 

- presentear 6 pessoas cujos blogs sejam uma inspiração para si;

 

- deixar um comentário nesses blogs para que saibam que ganharam um prémio;

 

As minhas escolhas são (a ordem não me parece importante):

 

http://omeuanel.blogspot.com/ (BB)

 

http://setnom.blogspot.com/ (Miguel Montes)

 

http://oprivilegiodoscaminhos.blogspot.com/ (JuliaML)

 

http://portadovento.blogs.sapo.pt/ (Ana Vidal)

 

http://angelasoeiro.blogs.sapo.pt/ (Por cá… - da Ângela Soeiro)

 

http://osedutorfarsolas.blogspot.com/ (Vicente Roskopt – o blog do Joe)

 

Cumprimentos a todos

Mário L. Soares

 

publicado por Lagash às 16:22
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Terça-feira, 13 de Janeiro de 2009

Remar Remar

 

 

 

 

Mares convulsos, ressacas estranhas

Cruzam-te a alma de verde escuro

As ondas que te empurram

As vagas que te esmagam

Contra tudo lutas

Contra tudo falhas

 

Todas as tuas explosões

Redundam em silêncio

Nada me diz

 

Berras às bestas

Que re sufocam

Em braços viscosos

Cheios de pavor

Esse frio surdo

O frio que te envolve

Nasce na fonte

Na fonte da dor

 

Remar remar

Força a corrente

Ao mar, ao mar

Que mata a gente

 

Xutos & Pontapés

 

Hoje é o 30º aniversário dos Xutos! Há 30 anos fizeram o seu primeiro concerto.

 

 

 

Parabéns! Até daqui a mais 30!! 

 

 

 
publicado por Lagash às 16:15
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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

Homem do leme

 

Sozinho na noite

um barco ruma para onde vai.

Uma luz no escuro brilha a direito

ofusca as demais.

 

E mais que uma onda, mais que uma maré...

Tentaram prendê-lo impor-lhe uma fé...

Mas, vogando à vontade, rompendo a saudade,

vai quem já nada teme, vai o homem do leme...

 

E uma vontade de rir nasce do fundo do ser.

E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,

a vida é sempre a perder...

 

No fundo do mar

jazem os outros, os que lá ficaram.

Em dias cinzentos

descanso eterno lá encontraram.

 

E mais que uma onda, mais que uma maré...

Tentaram prendê-lo, impor-lhe uma fé...

Mas, vogando à vontade, rompendo a saudade,

vai quem já nada teme, vai o homem do leme...

 

E uma vontade de rir nasce do fundo do ser.

E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,

a vida é sempre a perder...

 

No fundo horizonte

sopra o murmúrio para onde vai.

No fundo do tempo

foge o futuro, é tarde demais...

 

E uma vontade de rir nasce do fundo do ser.

E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,

a vida é sempre a perder

 

Xutos & Pontapés

publicado por Lagash às 16:11
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Sábado, 10 de Janeiro de 2009

Aniversário Lagash

 

(Obrigado à Marilyn Monroe pelo bolo - beijinho para ti...) 

 

1º ano do blog Lagash!!!

 

É altura de avaliação. Mudanças? Talvez.

 

Este blog tinha (e tem) o propósito de publicar coisas a bel prazer do seu autor, fossem dele (minhas) ou de outros, fossem poesias, prosas, ou qualquer outra coisa de uma forma despreocupada e sem preconceito, de uma forma eclética, o mais pragmática possível, sem pretensos elitismos, com as compreensivas excepções dos posts que de uma forma ou de outra tem a ver com a maçonaria, ou com sentimentos demasiado “meus”.

 

Essa publicação visava obter um prazer apenas comparável ao que se vive nos palcos (que também já tive a oportunidade de experimentar) em que a sensação narcisista de proporcionar “o belo” a outros, ou de ter a sensação de que, de qualquer forma, se satisfaz sensorialmente o leitor do blog, é o culminar ou clímax de um show dramático onde o desfecho (bem menos preceptivo), neste caso o simples admirar na primeira pessoa de “coisas” por nós feitas ou por nós publicadas, era o objectivo primário.

 

Nas estatísticas:

 

Mais de 10600 Visitas de novos utilizadores!

 

17000 Páginas visitadas!

 

346 Posts!

 

O que dá uma média de 0,95 posts e 29 visitas por dia! Em 365 dias! Sendo que no último semestre a média é de 80 visitas diárias por blocos semanais! Não é nada mau…

 

Há visitantes que “religiosamente” visitam este blog à mesma hora todos os dias (apenas consigo saber que são as mesmas pessoas pelos números de IP – não tenho mais informação). O meu muito obrigado a vocês!

 

Visitas de 44 países! De tão longínquos países como a Austrália, Nova Zelândia, Macau, Japão ou Guatemala, Finlândia, Suécia, Argentina, o Quénia ou o Suriname!

 

Os países com mais visitas foram Portugal (claro) com 58%, seguido do Brasil com 38% das visitas e os E.U.A. com 1,3% e a França com 0,7%, e outros com residuais percentagens.

 

A língua dos visitantes foi maioritariamente o Português (95%), o Inglês (3%), o Espanhol (1%) e o Chinês (1%) – Nunca pensei que um chinês pudesse vir a ler uma poesia minha...

 

O crescimento das visitas por foi absolutamente estável e constante. É absolutamente incrível que não tenha baixado o número de visitas em nenhum dos meses de funcionamento e consequentemente as respectivas médias.

 

Muitos comentários e amizades. Obrigado pelo bom ano.

 

Não sei se conseguirei manter as médias no ano de 2009.

 

Prometo (tentar) continuar. Peço-vos que me dêem o feedback necessário à melhoria do blog, da poesia, etc. Comentem os posts. Obrigado (mais uma vez).

 

Cumprimentos a todos.

Mário L. Soares

 

publicado por Lagash às 14:26
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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009

Três versos de Vicente Roskopt

 

(O Beijo de Constantin Brancusi) 

 

Os dias sem beijinhos são uma seca!

São tão maus de passar!

É uma coisa que me inquieta...

São dias que se alongam e que teimam em perdurar!

 

 

Dias com beijinhos indesejados são piores

e não deixam de acontecer.

Eu que sou alérgico a flores,

se o torno também com beijos, um dia acabo por morrer!

 

 

Ai... há beijinhos tão bons...

Ai... há raparigas tão giras...

Mas são um escândalo esses sons,

quando eu te beijo e tu suspiras!

 

Vicente Roskopt

 

publicado por Lagash às 16:06
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Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009

O mundo está na tua mão

 

(O Mundo na mão - foto de Deyvis Malta) 

 

O mundo está na tua mão, amigo

 

Sabes, se quiseres tudo é teu…

Se alcançares consegues…

Se abrires a mão agarras o céu!

Se olhares em frente percebes!

 

O mundo está na tua mão, amor

 

Dá a semente e o fruto recebes!

Dá o sangue, recebes a vida!

Dá um beijo e amor concebes!

Olha nos olhos da pessoa querida…

 

O mundo está na tua mão, criança

 

O segredo está na simplicidade,

Está no carinho e no amor,

Na justiça e na verdade,

Está na audácia e no valor…

 

O mundo está na tua mão

 

Mário L. Soares

 

publicado por Lagash às 16:17
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Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009

Quem morre

 

(barco abandonado - desconheço o autor da foto) 

 

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve

música, quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se

deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma em escravo do habito,

repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de

marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com

quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.

Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro

sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um

redemoinho de emoções justamente as que resgatam o brilho dos

olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o

seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir

atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na

vida fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má

sorte ou da chuva incessante.

Morre lentamente, quem abandona um projecto antes de iniciá-lo,

não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde

quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar

vivo exige um esforço muito maior que o simples facto de

respirar.

Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio

esplêndido de felicidade.

 

Pablo Neruda

 

publicado por Lagash às 16:22
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Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

Voluptuosidade

 

(foto retirada da internet - desconheço o autor) 

 

Invades-me a alma

Num beijo molhado

Que me aquece o corpo

E me leva à entrega absoluta.

 

Já não sei quem sou…

 

Perco-me nas partículas

Que te cobrem, envolvem,

E abarco-te com volúpia

No íntimo de mim.

 

Já não sei onde estou…

 

Em ondas uníssonas e ritmadas,

Entre gritos e gemidos,

Salivamos torrentes de amor

Que se quedam eternas.

 

Já não sei de mim…

 

O colapso final surge

Entre ejaculações e contracções

E palavras de amor

No declínio da tensão.

 

Já não somos dois…

 

Vera Silva

http://www.prosas-e-versos.blogspot.com/

 

 

publicado por Lagash às 16:13
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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009

Pedras Muitas

 

(almofadas de "pedra" Livingstones da Smarindesign) 

 

Na pedra mais branca

recosto a cabeça.

Que ninguém me impeça

de ver nela as penas

de mil almofadas.

Marítimas penas

de gaivotas mansas,

rasando enseadas

numa lenta dança.

Que hoje me adormeça

esta luz quebrada,

esta eterna esperança.

Maresias plenas

só o sonho alcança.

 

Na pedra mais pura

que o vento esculpiu,

encontro o enlace,

revelo o segredo

descoberto a medo

com dedos de frio:

inscrevo-lhe um nome,

como se o calasse.

Se o tempo parasse

agora, o navio

que na noite escura

contigo partiu,

talvez me levasse,

talvez naufragasse

na pedra mais dura

que jamais se viu.

 

Nas pedras que vejo

descanso o olhar.

Pedras muitas, tantas,

tão silenciosas

e tão preciosas

que só um desejo

as sabe contar.

 

Ana Vidal

 

publicado por Lagash às 16:25
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Domingo, 4 de Janeiro de 2009

Lisbon Revisited

 

(Fernando Pessoa por Júlio Pomar) 

 

NÃO: Não quero nada. 

Já disse que não quero nada.

 

Não me venham com conclusões! 

A única conclusão é morrer.

 

Não me tragam estéticas! 

Não me falem em moral!

 

Tirem-me daqui a metafísica! 

Não me apregoem sistemas completos, não me enfileirem conquistas 

Das ciências (das ciências, Deus meu, das ciências!) — 

Das ciências, das artes, da civilização moderna!

 

Que mal fiz eu aos deuses todos? 

 

Se têm a verdade, guardem-na!

 

Sou um técnico, mas tenho técnica só dentro da técnica. 

Fora disso sou doido, com todo o direito a sê-lo. 

Com todo o direito a sê-lo, ouviram?

 

Não me macem, por amor de Deus! 

 

Queriam-me casado, fútil, quotidiano e tributável? 

Queriam-me o contrário disto, o contrário de qualquer coisa? 

Se eu fosse outra pessoa, fazia-lhes, a todos, a vontade. 

Assim, como sou, tenham paciência! 

Vão para o diabo sem mim, 

Ou deixem-me ir sozinho para o diabo! 

Para que havemos de ir juntos?

 

Não me peguem no braço! 

Não gosto que me peguem no braço. Quero ser sozinho.  

Já disse que sou sozinho! 

Ah, que maçada quererem que eu seja da companhia!

 

Ó céu azul — o mesmo da minha infância —

Eterna verdade vazia e perfeita!  

Ó macio Tejo ancestral e mudo, 

Pequena verdade onde o céu se reflecte! 

Ó mágoa revisitada, Lisboa de outrora de hoje! 

Nada me dais, nada me tirais, nada sois que eu me sinta.

 

Deixem-me em paz! Não tardo, que eu nunca tardo... 

E enquanto tarda o Abismo e o Silêncio quero estar sozinho!

 

Álvaro de Campos – 1923

 

 

(Fernando Pessoa por Júlio Pomar) 

 

Nada me prende a nada.  

Quero cinquenta coisas ao mesmo tempo.  

Anseio com uma angústia de fome de carne  

O que não sei que seja —  

Definidamente pelo indefinido...  

Durmo irrequieto, e vivo num sonhar irrequieto  

De quem dorme irrequieto, metade a sonhar.  

Fecharam-me todas as portas abstractas e necessárias.  

Correram cortinas de todas as hipóteses que eu poderia ver da rua.  

Não há na travessa achada o número da porta que me deram.  

  

Acordei para a mesma vida para que tinha adormecido.  

Até os meus exércitos sonhados sofreram derrota.  

Até os meus sonhos se sentiram falsos ao serem sonhados.  

Até a vida só desejada me farta – até essa vida...  

  

Compreendo a intervalos desconexos;  

Escrevo por lapsos de cansaço;  

E um tédio que é até do tédio arroja-me à praia.  

  

Não sei que destino ou futuro compete à minha angústia sem leme;  

Não sei que ilhas do sul impossível aguardam-me náufrago;  

Ou que palmares de literatura me darão ao menos um verso.  

Não, não sei isto, nem outra coisa, nem coisa nenhuma...  

E, no fundo do meu espírito, onde sonho o que sonhei,  

Nos campos últimos da alma, onde memoro sem causa  

(E o passado é uma névoa natural de lágrimas falsas),  

Nas estradas e atalhos das florestas longínquas  

Onde supus o meu ser,  

Fogem desmantelados, últimos restos  

Da ilusão final,  

Os meus exércitos sonhados, derrotados sem ter sido,  

As minhas cortes por existir, esfaceladas em Deus.  

  

Outra vez te revejo,  

Cidade da minha infância pavorosamente perdida…  

Cidade triste e alegre, outra vez sonho aqui…  

Eu? Mas sou eu o mesmo que aqui vivi, e aqui voltei,  

E aqui tornei a voltar, e a voltar.  

E aqui de novo tornei a voltar?  

Ou somos todos os Eu que estive aqui ou estiveram,  

Uma série de contas-entes ligados por um fio-memória,  

Uma série de sonhos de mim de alguém de fora de mim?  

 

Outra vez te revejo,  

Com o coração mais longínquo, a alma menos minha.  

  

Outra vez te revejo – Lisboa e Tejo e tudo –,  

Transeunte inútil de ti e de mim,  

Estrangeiro aqui como em toda a parte,  

Casual na vida como na alma,  

Fantasma a errar em salas de recordações,  

Ao ruído dos ratos e das tábuas que rangem  

No castelo maldito de ter que viver…  

 

Outra vez te revejo,  

Sombra que passa através das sombras, e brilha  

Um momento a uma luz fúnebre desconhecida,  

E entra na noite como um rastro de barco se perde  

Na água que deixa de se ouvir…  

 

Outra vez te revejo,  

Mas, ai, a mim não me revejo!  

Partiu-se o espelho mágico em que me revia idêntico,  

E em cada fragmento fatídico vejo só um bocado de mim -  

Um bocado de ti e de mim!...

 

Álvaro de Campos – 26-04-1926

 

publicado por Lagash às 16:15
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Sábado, 3 de Janeiro de 2009

Não me roubes, Veneza

 

(Gôndolas frente à Piazzetta em Veneza, com a basílica de San Giorgio Maggiore ao fundo da autoria de José M. Azcona) 

 

Não me roubes o amor, Veneza!

Sim, tu! Ó cidade dos rios!

Tu, com a tua nobre beleza,

De labirintos e canais frios.

 

Não mo leves contigo! Ó desgraçada!

Temo que o perca nas tuas balsas,

“Sole mio” e gôndola encantada…

Peço-te que não o faças.

 

Nos teus recantos perdem-se cupidos,

Sabes da luxúria e do romance,

Nas tuas águas há corações partidos…

 

Na Piazzetta beijos matam o amor…

Assassinam a minha paixão,

Atacam de vermelho e de dor…

 

 

Mário L. Soares

publicado por Lagash às 16:13
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Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009

Feliz Ano 2009

 

10, 9, 8, 7, 6, 5, 3, 2, ... e o quatro??? ... 4, 3, 2, 1... Feliz Ano Novo!!!!

 

Neste momento não posso escrever muito mais...

 

Felicidades para 2009!

 

publicado por Lagash às 00:00
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Declaração

Declaro que a responsabilidade de todos os textos / poesia / prosa publicados é minha no respeitante à transcrição dos mesmos. Faço todos os possíveis para contactar o(s) autor(es) dos trabalhos a fim de autorizarem a publicação, na impossibilidade de o fazer, caso assim o entenda o autor ou representante legal deverá contactar-me a fim de que o mesmo seja retirado - o que será feito assim que receba a informação. Os trabalhos assinados "Mário L. Soares" são de minha autoria e estão protegidos com a lei dos direitos de autor vigente. Quanto às fotografias, todas, cujo autor não esteja identificado, são de "autor desconhecido" - caso surja o respectivo autor de alguma, queira por favor contactar-me para proceder à sua identificação e se for caso disso retirada do blog. Às restantes fotografias aplicarei o mesmo princípio dos trabalhos escritos. Obrigado. Mário L. Soares - lagash.blog@sapo.pt

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