Domingo, 10 de Janeiro de 2010

O “Lagash” faz hoje 2 anos!!

 

 

Parabéns ao blog “Lagash”. Hoje é o seu segundo aniversário. Não me parabenizo a mim próprio porque, obviamente, eu não sou o blog, apenas o alimento. Dou-lhe poesia, prosa, música e vídeos e outras coisas que ele se vai habituando a comer, e que vou filtrando conforme o apetite do menino, e os seus gostos pessoais, mas eu não sou ele!

 

Não há aqui falsas modéstias nem inversão de papeis. É mesmo assim. Se somos o que comemos, então “Lagash” é Fernando Pessoa, ortónimo  e seus heterónimos, Natália Correia e Florbela Espanca, Camões e Almeida Garrett, Eugénio de Andrade e O’Neil, Sophia de Mello Breyner e Manuel Alegre. E é Pink Floyd e Dire Straits, Zeca Afonso e Sérgio Godinho, Duran Duran e A-Há, Rádio Macau e Xutos e Pontapés, Police e John Lennon… entre muitos outros.

 

Certo é, que alimento o blog (qual pelicano) de mim próprio um pouco também, com custo, por vezes, é certo, e com cansaço, por outras, também. Mas sempre na condição de alguém ler, ouvir e ver, o que quer que “postei”. E como fui também eu que o pus no mundo, faz de mim, pai, e a ele filho. E como quem “faz um filho, fá-lo por gosto”, e como alimentá-lo é preciso, para que tudo faça sentido, então todas as dificuldades e revezes que o “meu” (dele ou seu) blog me traz, não têm qualquer importância.

 

“Lagash” é o que “comeu”, é quem o fez, é quem o alimenta, é quem o lê e quem o ouve e segue todos os dias - é o que é!

 

Assim, digo:

 

“Parabéns Lagash! Tens dois anos de idade completos - hoje. Qualquer dia vais para a escola e começas a fumar e a pedir-me dinheiro para o bilhar! Portanto, vê se cresces e continuas a engordar. Continua a ser bonito por dentro (como diz a mamã) e a mostrares o melhor que existe daquilo que és. A ser respeitador e amante de tudo o que está em ti, dos autores de que te alimentas e com eles cresces, dos leitores e ouvintes que te respeitam e amam. Faz-te Homem e avança sem medo, estrada fora em velocidade cruzeiro de um «post» por dia, um dia de cada vez… e se um dia, um dia falhares um dia, não faz mal, acontece. Amanhã é outro dia, tens muitos dias e tu és grande. Força. Beijinhos e abraços.”

 

Mário L. Soares

 

publicado por Lagash às 16:17
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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

Meu querido pai

 

 

Meu querido pai…

Deixo-te estas palavras

conjugadas com o maior cuidado.

São palavras de amor lavradas

cheias de saudade do passado

que por nós passa e vai.

 

Meu pai querido…

Venho por esta via

dizer-te que te quero,

que és o que eu ser devia,

ser à tua imagem espero,

e que és o céu colorido.

 

Meu pai amigo…

Sou o melhor que consigo

do exemplo teu,

e tento a custo ser parecido

a ti, que és modelo meu,

e a trilha quando perdido.

 

Companheiro, meu pai…

Quero os parabéns dar-te,

e dizer-te que te amo,

meu forte, meu baluarte.

É por ti que eu chamo

- Meu querido pai.

 

Mário L. Soares

ao meu pai, Joaquim Soares, pelo seu 74º aniversário.

 

publicado por Lagash às 16:23
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Terça-feira, 22 de Setembro de 2009

40.000 Visitantes!

 

 

Chegamos ontem aos 40000 visitantes diferentes!!! Isto desde Janeiro de 2008! O visitante nº 40000 visitou-nos às 17h46 horas de ontem, desde Porto de Mós - Leiria! Obrigado caro amigo(a) - Volte sempre!

 

Quem diria que chegavamos aqui?!

 

Obrigado a todos.

 

Mário L. Soares

 

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Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

Parabéns à melhor mãe... a minha (75º aniversário)

 

 

 

(Ermelinda Miranda - Verão de 2005) 

 

O pensamento

 

Nada é mais misterioso

Do que o pensamento

Nada é mais livre

Nada é mais sonante

É tão musical

Tão cortante

Tão amante

Tão veloz

Tão inconstante

Mistério tão

Sem valor

Mas assim

Nasce o amor

 

Ermelinda Miranda

 

Para a minha mãe. Que faz hoje 75 anos. Que belo número. Nasceste a 2 de Setembro de 1934.

 

E que belo poema este que escreveste. O amor que tenho por ti, nasceu assim há 36 anos, tão misterioso como a vida que nasceu nesse momento. Para ti tenho mais que um pensamento. Tenho o respeito da vida que me deste e dás. A devoção à família que só compreenderei quando de mim nascer um mistério. Como o pelicano que dá a sua própria carne às suas crias em momentos de escassez, assim tu te anulas em função dos que amas. Sinto-o e isso por vezes, revolta-me por não conseguir ser assim. Quero sê-lo, porque assim é que é belo. Assim se vive no céu. Dando, uns aos outros. Tu dás, sem querer retorno. Nada pedes, nada queres para ti. O sublime altruísmo. Somos a tua extensão. Sou os teus braços. Eu estou contigo, no teu coração. E tu estás comigo no meu…

 

És para mim o exemplo do que deve ser a vida.

 

Do pensamento nasce o amor, é verdade mamã! Penso em ti neste momento. Neste dia. Parabéns!

 

Mário L. Soares

 

publicado por Lagash às 16:13
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Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

500 posts!

 

Foi o 500º post (este é o 501º)... nem sei dizer isto...

 

Mais uma marca pessoal alcançada! Nunca pensei que chegasse a isto - especialmente em menos de 18 meses! "Valeu a pena? Tudo vale a pena se a alma não é pequena!".

 

Mário L. Soares

publicado por Lagash às 10:22
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Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

À minha irmã

 

(Paula Soares) 

 

“Olá mana,

Como estás hoje?”

 

E assim nos cumprimentamos...

 

Não estamos diariamente juntos. Não podemos (porque a distância não permite) estar juntos fisicamente todos os dias. Também não me parece boa ideia estarmos juntos assim tanto (acho que concordas comigo, não?), porque o que é demais… é demais. De qualquer forma, digo-te que para estarmos juntos não precisamos, nem de telemóvel, email, nem msn, sms, skype, ou qualquer outra tecnologia. Para estarmos juntos, basta pensarmos em tal.

 

A amizade tem um poder incrível. Transcende a mente, o pensamento, barreiras, tabus, as fronteiras, e a distância…

 

Ao pensarmos num amigo – ao pensar em ti Paula – estou aí contigo: sentes?

 

“Poderão os quilómetros separar-nos dos nossos amigos?

Poderá a distância separar-nos realmente dos amigos?

Se quiseres estar com alguém, não estarás já lá?

Encontrar-nos-emos de vez enquanto, sempre que quisermos, no meio da única festa que nunca poderá terminar …”

 

Disse Richard Bach no seu pequeno (grande) livro “Não há longe nem distância”.

 

E este aviador (que tal como outros aviadores – Saint Exupery, por exemplo), sabe do que fala. Eles viram o mundo de outra maneira. Lá de cima, à distância do criador, à distância tão certa, quanto a necessária para ver que a distância é uma questão de perspectiva, de ponto de vista e de pensamento.

 

A relatividade da questão, já teorizada pelo grande físico, traz-nos a questão do como. Como posso estar agora aí contigo? É simples. Pensa em mim, com a certeza que penso em ti. Teremos no nosso pensamento a lembrança da pessoa, o rosto, a voz, o toque, até o cheiro. Aí “sentimos” o momento com essa pessoa, e sabemos que ela está lá. Está aqui!

 

Neste momento, estou aí contigo, e tu estás aqui comigo. Dou-te um beijinho e digo-te: “Parabéns Mana!”, dou uma gargalhada e chamo-te “Velha!”, tu mandas-me à fava, e dás-me um abraço…

 

Beijos

Mário L. Soares

 

publicado por Lagash às 16:14
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Sábado, 16 de Maio de 2009

Parabéns Doutores!

 

 

Aos novos Doutores!

Que longe vos leve o sucesso!

E que o mundo vos traga louvores,

Que seja uma carreira expresso!

 

Que o ensino vos tenha levado

Boas coisas a saber,

E que vos tenham mostrado

Como a arte fazer.

 

Com amigos, mais ajuda,

De muitos livros, e de família,

O quadro concilia.

 

No aprendiz está o mérito – o ás!

E no professor, o companheiro,

É isso que o mestre faz.

 

Mário L. Soares

 

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Domingo, 26 de Abril de 2009

50º aniversário de casamento

 

 

 

 

(Ermelinda Miranda & Joaquim Soares) 

 

Pai e Mãe. Habituamo-nos a tê-los como certos. Certos também estamos, que todos no mundo têm Pai e Mãe. Com certeza, nunca nos vão faltar. Há alturas em que pensamos, em egoísmo, que não nos fazem falta, ou que incomodam, ou que não sabem nada.

 

Todos nós erramos. Não me estou a referir ao nosso Pai e nossa Mãe – sei que também erram – mas não é a eles que me refiro. É a nós. Sim, os filhos, esses que têm que passar a olhar mais criticamente para si próprios e procurar os erros nos próprios umbigos. O nosso erro primário é pensarmos que o erro está no outro – isto acontece, tanto com pais, como com filhos e tios e irmãos e amigos. O que é importante é percebermos que é importante e mais necessário corrigirmo-nos a nós próprios primeiro e só depois olharmos os outros, tendo depois um cuidado especial com os outros particularmente se esses outros são quem nos pôs no mundo.

 

O Pai e a Mãe, não são eternos, são humanos, e não estão lá sempre para nós. Têm vida própria e vontade própria. E vai haver alturas em que nos vão faltar. Ou porque já não estão neste mundo, ou porque não puderam fazer melhor. Com toda a certeza, se nos falham, não é por vontade própria, ou até mesmo se é, fá-lo-ão para permitir um crescimento da nossa personalidade e espírito, em jeito de ensinamento.

 

Há também, quem, que tendo Pai e Mãe (porque são imprescindíveis na concepção humana), não os têm na verdadeira acepção da palavra. Seja porque estes os abandonaram, faleceram, não sabem que os geraram, ou estão ausentes em espírito e não cumprem o seu papel. Poderão, se assim for, esses filhos, ter alguém ou algo que possa de alguma forma os substituir, seja um Pai ou uma Mãe adoptiva, que pode ser um avô ou avó, tio ou tia, ou amigo, ou um puro desconhecido, que a dada altura passa a ter o papel de Pai ou Mãe, ou até um ser supremo objecto de crença que possa de alguma forma ser. De qualquer forma, há quem não os tenha. Deve ser muito doloroso a falta do Pai e da Mãe. Não consigo descrever o que será. Assusta-me até essa possibilidade, o que me diz também que não estou preparado para a certa eventualidade sua partida.

 

O saber de um Pai e Mãe, é limitado. Sim, é. Mas é também limitada a própria pessoa. Apenas somos até ao limite do ser, não mais. Não passamos para a etérea forma intangível antes de deixarmos o invólucro que transportamos. Somos até deixarmos de ser, e se continuamos a ser, sê-lo-emos lá, depois do “ser” cá. E cá temos um finito tempo que nos limita em tudo, inclusive no saber. Sabemos a soma de todas as coisas que aprendemos mais o que já trazíamos, menos o que esquecemos, e menos o que não queremos saber ou escondemos. Como tal, os nossos progenitores, como mais velhos (já cá estavam quando chegamos) têm um percurso mais longo de aprendizagem, e assim uma probabilidade maior de ter uma soma de coisas sabidas maior do que a nossa. E mesmo que assim não o seja, pela qualidade das coisas aprendidas ser inferior, ou por qualquer adversidade que contrarie a regra, deverão ser respeitados como Pai e Mãe, que são, e que primeiro que tudo, souberam-nos conceber e criar e deram nos seus genes a grande parte do que somos hoje e nos define como humanos para sempre. Isso é por si só um grande saber.

 

O Pai e a Mãe, os nossos pais, são únicos. Merecem a nossa admiração, amizade, carinho e amor.

 

Eu e a minha irmã, temos os melhores Pai e Mãe do mundo.

 

Tiveram e têm divergências, são duas pessoas diferentes em muita coisa e iguais em tantas outras. Sabem muito de tudo e são bons companheiros um do outro, dos filhos e neto que os amam. Gostam um do outro, ainda que digam que não se suportam. Têm uma relação de necessidade mútua, de compensação e de complementaridade. São completamente dependentes um do outro e ao mesmo tempo completamente independentes. A sua vida é como um constante colocar na balança dos prós e contras de tudo o que fazem. Justiça, vontade, dedicação, força, saber, espírito de sacrifício são expressões que sempre me habituei a ouvir em casa. São um exemplo para a longevidade no casamento e relacionamento. Sabem estar, como marido e mulher e como amigos, mesmo após tantos anos.

 

Hoje é o 50º aniversário do seu casamento. Foi no dia 26 de Abril de 1959 em Marinhais.

 

Parabéns aos dois.

 

Será difícil talvez humanamente impossível, não sei, mas gostava de terminar dizendo:

 

“Venham mais 50!”

 

Mário L. Soares

 

 

publicado por Lagash às 16:01
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Sábado, 10 de Janeiro de 2009

Aniversário Lagash

 

(Obrigado à Marilyn Monroe pelo bolo - beijinho para ti...) 

 

1º ano do blog Lagash!!!

 

É altura de avaliação. Mudanças? Talvez.

 

Este blog tinha (e tem) o propósito de publicar coisas a bel prazer do seu autor, fossem dele (minhas) ou de outros, fossem poesias, prosas, ou qualquer outra coisa de uma forma despreocupada e sem preconceito, de uma forma eclética, o mais pragmática possível, sem pretensos elitismos, com as compreensivas excepções dos posts que de uma forma ou de outra tem a ver com a maçonaria, ou com sentimentos demasiado “meus”.

 

Essa publicação visava obter um prazer apenas comparável ao que se vive nos palcos (que também já tive a oportunidade de experimentar) em que a sensação narcisista de proporcionar “o belo” a outros, ou de ter a sensação de que, de qualquer forma, se satisfaz sensorialmente o leitor do blog, é o culminar ou clímax de um show dramático onde o desfecho (bem menos preceptivo), neste caso o simples admirar na primeira pessoa de “coisas” por nós feitas ou por nós publicadas, era o objectivo primário.

 

Nas estatísticas:

 

Mais de 10600 Visitas de novos utilizadores!

 

17000 Páginas visitadas!

 

346 Posts!

 

O que dá uma média de 0,95 posts e 29 visitas por dia! Em 365 dias! Sendo que no último semestre a média é de 80 visitas diárias por blocos semanais! Não é nada mau…

 

Há visitantes que “religiosamente” visitam este blog à mesma hora todos os dias (apenas consigo saber que são as mesmas pessoas pelos números de IP – não tenho mais informação). O meu muito obrigado a vocês!

 

Visitas de 44 países! De tão longínquos países como a Austrália, Nova Zelândia, Macau, Japão ou Guatemala, Finlândia, Suécia, Argentina, o Quénia ou o Suriname!

 

Os países com mais visitas foram Portugal (claro) com 58%, seguido do Brasil com 38% das visitas e os E.U.A. com 1,3% e a França com 0,7%, e outros com residuais percentagens.

 

A língua dos visitantes foi maioritariamente o Português (95%), o Inglês (3%), o Espanhol (1%) e o Chinês (1%) – Nunca pensei que um chinês pudesse vir a ler uma poesia minha...

 

O crescimento das visitas por foi absolutamente estável e constante. É absolutamente incrível que não tenha baixado o número de visitas em nenhum dos meses de funcionamento e consequentemente as respectivas médias.

 

Muitos comentários e amizades. Obrigado pelo bom ano.

 

Não sei se conseguirei manter as médias no ano de 2009.

 

Prometo (tentar) continuar. Peço-vos que me dêem o feedback necessário à melhoria do blog, da poesia, etc. Comentem os posts. Obrigado (mais uma vez).

 

Cumprimentos a todos.

Mário L. Soares

 

publicado por Lagash às 14:26
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Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008

Chegamos aos 10.000 visitantes!

 

 

Às 17h41 de dia 30 de Dezembro o visitante 10.000 fez uma procura no Google.pt sobre “José Saramago e o ano da morte de Ricardo Reis” e encontrou o post sobre o seu aniversário em 16 de Novembro, e fê-lo a partir de Coimbra. Um abraço ao ilustre desconhecido.

 

Está de parabéns o blog, e estou muito agradecido pelo “feedback” que tenho da vossa parte. Obrigado.

 

Espero ter força para poder “postar” com a minha assinatura ou de outros como tenho vindo a fazer. Quero no entanto melhorar, vamos ver que novidades podem esperar para 2009.

 

Espero ter da vossa parte, as visitas (para mim basta isso) – se comentarem, melhor ainda.

 

Feliz Ano Novo são os meus desejos a todos os meus amigos e leitores deste blog. Bem hajam!

 

Beijos, cumprimentos e abraços!

Mário L. Soares

 

publicado por Lagash às 16:03
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Terça-feira, 2 de Setembro de 2008

Parabéns mamã!

 

 

 

Pelo teu aniversário…

 

Parabéns mamã!

 

Podes ler e ver, mas não percebes nada de computadores…

 

publicado por Lagash às 16:29
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Segunda-feira, 25 de Agosto de 2008

35º Aniversário

 

 

Nasci, faz hoje 35 anos…

Dia 25 de Agosto de 1973.

Era dia e estava calor.

Eram quatro e meia da tarde.

Desde que me conheço,

só num dos verões choveu…

Este é normalmente um dia de céu azul.

E em muitos o mais quente do ano.

O sol deste dia, como todos, é para todos.

Mas para mim, foi sempre especial,

foi sempre em férias, com os meus amigos

mais chegados e com a família.

 

Bolos, bebidas e festa; o parabéns tradicional…

 

Hoje é a trigésima quinta vez que o festejo…

Se considerarmos que a esperança média

de vida à nascença em Portugal é agora de 73,5

anos de idade, no próximo ano terei completado

metade da minha vida…

 

É caso para analisar se completarei metade,

ou se me falta ainda metade da vida…

Como se de copo vazio ou cheio falássemos.

 

Seja como for, cumpre hoje dizer o seguinte:

 

Tudo na minha vida foi vivido com gosto.

De todo o muito que me falta viver, vivê-lo-ei intensamente.

Irei a concertos, cinemas, teatros e espectáculos.

Andarei de bicicleta e partirei todos os ossos que puder.

Beberei sem conduzir, todo o vinho que conseguir,

e pararei quando não me estiver a saber bem.

Farei dietas para olhar-me ao espelho e gostar

do que vejo, mas não direi não ao maior bolo

cheio de creme, se me estiver a apetecer.

Viajarei e conhecerei tudo o que puder.

Respeitarei os vizinhos, o viajante

e o amigo que me visita.

Exigirei respeito dos que me rodeiam,

para que não me pisem.

Realizarei todos os sonhos que me proponho,

sem deixar que ninguém me chame louco,

ou que me diga que não é possível.

Ganharei dinheiro para me manter

e para poder ajudar quem precisa.

Pagarei as dividas que contrair,

antes dos meus dias acabarem,

mesmo que para isso tenha que viver

outra vida a trabalhar.

Ajudarei o meu amigo, mesmo que

o tenha conhecido há um minuto.

Brincarei com os amigos, como uma criança,

e com as crianças, tratando-as

como a um adulto.

Tratarei uma criança como um filho,

um ancião com se meu pai ou avô se tratasse,

e o semelhante, como a um irmão ou irmã.

Serei bom trabalhador ou patrão…

Serei bom filho, e serei bom pai…

Serei bom amigo e bom marido…

Darei flores, presentes e beijos…

Farei sexo diariamente…

E amarei! Com todas as forças,

e enquanto estiver vivo, amarei…

Amarei sempre com toda a energia e querer!

Se ninguém quiser o meu amor, amarei apenas a vida, a minha, então…

para que ela me ame a mim!

 

Mário L. Soares

 

publicado por Lagash às 10:30
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Declaração

Declaro que a responsabilidade de todos os textos / poesia / prosa publicados é minha no respeitante à transcrição dos mesmos. Faço todos os possíveis para contactar o(s) autor(es) dos trabalhos a fim de autorizarem a publicação, na impossibilidade de o fazer, caso assim o entenda o autor ou representante legal deverá contactar-me a fim de que o mesmo seja retirado - o que será feito assim que receba a informação. Os trabalhos assinados "Mário L. Soares" são de minha autoria e estão protegidos com a lei dos direitos de autor vigente. Quanto às fotografias, todas, cujo autor não esteja identificado, são de "autor desconhecido" - caso surja o respectivo autor de alguma, queira por favor contactar-me para proceder à sua identificação e se for caso disso retirada do blog. Às restantes fotografias aplicarei o mesmo princípio dos trabalhos escritos. Obrigado. Mário L. Soares - lagash.blog@sapo.pt

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