Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009

O teu nome

 

 

Flor de acaso ou ave deslumbrante,

Palavra tremendo nas redes da poesia,

O teu nome, como o destino, chega,

O teu nome, meu amor, o teu nome nascendo

De todas as cores do dia!

 

Alexandre O’Neil

 

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Quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009

Festas por todo lado

 

 

Nesta altura do ano, quer-se agradar a todos os mais queridos e presenteá-los com bonitas e caras prendas.

 

Sob o divino auspício do todo-poderoso Pai Natal, queremos comprar este mundo e o outro para poder chegar ao coração dos nossos familiares, colegas de trabalho e amigos. Sabemos quem nos vai dar presentes e obrigamo-nos a retribuir, de preferência com um presente de igual valor, para não parecer mal e para não ficar mal visto. Damos, pelo acto e facto de “ter de ser” sob pena de irmos para o inferno do pós vida e para o inferno da vida actual, que não é mais que a tal lista dos “desgraçados que não me deram nada pelo Natal”, ou aquela lista dos que “eu dei-lhe um presente tão bonito, e não recebi nada em troca…”.

 

O Natal é mais do que isso. É tempo de lembrar os mais queridos. É tempo de querer estar com essas pessoas. É tempo da palavra saudade e de amor. É altura de estarmos bem, sentirmos quente, comer e beber, contar histórias antigas, rir e cantar. Esse é espírito do Natal.

 

Natal é quando o Homem quer? Sim, mas mais do que isso, Natal é o que o Homem quiser. E isso significa que podemos fazer do nosso Natal um dia de compras, consumismo e materialização do capitalismo, ou, independentemente dessa premissa, podemos adicionar-lhe o nosso amor pelo próximo e transformá-lo num dia de alegria. Assim, dando amor, e sendo esse o nosso principal presente, podemos fazer dos Natais de todos os lares de todo o mundo, um centro de troca de energias positivas e de crescimento espiritual, intelectual, emocional e psíquico.

 

Troque uma história bonita com o seu pai, mãe, irmão, amigo ou quem quer que esteja consigo neste Natal. Dê ao próximo um sorriso e espere o mesmo de volta. Faça rir quem está à sua volta – é fácil – lembre-se de como era quando era criança… infantil? Sim, mas tão bom… Dê um beijo a quem ama. Assim, simplesmente – um beijo. Verá que outros olhos estarão à sua frente. Adicione um abraço quente e sincero. Embrulhe tudo com um carinho e palavras de amor ridículas… Um sucesso!

 

As prendas deviam ser assim. Mas, à falta de melhor, ofereça umas peúgas… fica sempre bem e é muito económico.

 

Beijos e abraços e desejos de um bom Natal.

Mário L. Soares

 

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Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

Barrow-on-Furness II

 

 

II 

 

Deuses, forças, almas de ciência ou fé,

Eh! Tanta explicação que nada explica!

Estou sentado no cais, numa barrica,

E não compreendo mais do que de pé.

 

Por que o havia de compreender?

Pois sim, mas também por que o não havia?

Água do rio, correndo suja e fria,

Eu passo como tu, sem mais valer...

 

Ó universo, novelo emaranhado,

Que paciência de dedos de quem pensa

Em outras cousa te põe separado?

 

Deixa de ser novelo o que nos fica...

A que brincar? Ao amor?, à indif'rença?

Por mim, só me levanto da barrica.

 

Álvaro de Campos

 

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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

Se tu viesses ver-me hoje à tardinha

 

 

Se tu viesses ver-me hoje à tardinha,

A essa hora dos mágicos cansaços,

Quando a noite de manso se avizinha,

E me prendesses toda nos teus braços...

 

Quando me lembra: esse sabor que tinha

A tua boca... o eco dos teus passos...

O teu riso de fonte... os teus abraços...

Os teus beijos... a tua mão na minha...

 

Se tu viesses quando, linda e louca,

Traça as linhas dulcíssimas dum beijo

E é de seda vermelha e canta e ri

 

E é como um cravo ao sol a minha boca...

Quando os olhos se me cerram de desejo...

E os meus braços se estendem para ti...

 

Florbela Espanca

 

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Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

Interrogação

 

(Foto de Miguel Moniz) 

 

Não sei se isto é amor. Procuro o teu olhar,

Se alguma dor me fere, em busca de um abrigo;

E apesar disso, crê! nunca pensei num lar

Onde fosses feliz, e eu feliz contigo.

 

Por ti nunca chorei nenhum ideal desfeito.

E nunca te escrevi nenhuns versos românticos.

Nem depois de acordar te procurei no leito

Como a esposa sensual do Cântico dos cânticos.

 

Se é amar-te não sei. Não sei se te idealizo

A tua cor sadia, o teu sorriso terno...

Mas sinto-me sorrir de ver esse sorriso

Que me penetra bem, como este sol de Inverno.

 

Passo contigo a tarde e sempre sem receio

Da luz crepuscular, que enerva, que provoca.

Eu não demoro a olhar na curva do teu seio

Nem me lembrei jamais de te beijar na boca.

 

Eu não sei se é amor. Será talvez começo...

Eu não sei que mudança a minha alma pressente...

Amor não sei se o é, mas sei que te estremeço,

Que adoecia talvez de te saber doente.

 

Camilo Pessanha

 

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Segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009

E a caravana abana…

 

 

De vila à cidade,

engolimos alegres quilómetros

e pautamos uma viagem

por escritas e visitas, que

iremos de Sul a Norte,

no desenlaço da regra

e fronteira invisível,

desconhecido lado e lugar

na troca gira de volante,

veloz, um beijo e queijo

com mimos de vinho,

seremos a aventura ardente,

palpitantes do inseguro,

na desvenda parcial

de pessoas e luares.

 

Tu, meu homem suado

em arrepio prazerento,

o descanso soletrado

no brilho do sol igual,

da costa azurada,

esfomeados encantados,

eu, a mulher em ti só,

irei a praça das aldeias

de sorrisos alegrettos,

faremos salada de tomate

com orégões e amor,

assobios de chocolate

com rum e línguas

enroladas de conversas.

 

 

Em silêncio natura-magnífico,

sopramos as cortinas

de cores e símbolos,

com maternal costura,

ora, abertas, ora, fechadas,

no momento digamos

assim, toliçamos,

penetramos e cantamos

do roteiro a seguir,

na caravana que abana,

de suave em louco

riso sobre rodas,

pesadas em cúmplice,

do mais puro destino

desta bela viagem,

em vai-vem perpétuo.

 

 

Brinda Priem

in http://made-in-belgium.blogspot.com/

 

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Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009

Haven't Met You Yet

 

 

I'm not surprised,

Not everything lasts,

I've broken my heart so many times I stopped keeping track.

Talk myself in,

I talk myself out,

I get all worked up,

Then I let myself down,

 

I tried so very hard not to loose it;

I came up with a million excuses,

I thought I thought of every possibility,

 

And I know some day that it’ll all turn out,

You'll make me work so we can work to work it out,

And I promise you kid that I give so much more than I get

I just haven't met you yet.

 

I might have to wait,

I’ll never give up,

I guess it's half timing, and the other half's luck,

Wherever you are,

Whenever it's right,

You'll come out of nowhere and into my life.

 

And I know that we can be so amazing,

And baby your love is gonna change me,

And now I can see every possibility,

 

Somehow I know that it’ll all turn out,

You'll make me work so we can work to work it out,

And promise you kid, I'll give so much more than I get,

I just haven't met you yet.

 

They say all’s fair

in love and war

But I won’t need to fight it,

we'll get it right and,

we'll be united

 

And I know that we can be so amazing,

And being in your life is gonna change me,

And now I can see every single possibility,

 

And someday I know it'll all turn out,

And I'll work to work it out,

Promise you kid I’ll give more than I get

Than I get, than I get, than I get.

 

Oh, you know it'll all turn out,

and you'll make me work so we can work to work it out,

And promise you kid to give so much more than I get,

I just haven't met you yet.

 

I just haven't met you yet,

Oh, promise you kid,

To give so much more than I get.

 

I said love, love, love…

I just haven't met you yet

Love, love, love...

I just haven't met you yet!

 

Michael Bublé

 

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Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009

Às vezes o amor

 

 

Que hei-de eu fazer

Eu tão nova e desamparada

Quando o amor

Me entra de repente

P’la porta da frente

E fica a porta escancarada

 

Vou-te dizer

A luz começou em frestas

Se fores a ver

Enquanto assim durares

Se fores amada e amares

Dirás sempre palavras destas

 

P’ra te ter

P’ra que de mim não te zangues

Eu vou-te dar

A pele, o meu cetim

Coração carmesim

As carnes e com elas sangues

 

Às vezes o amor

No calendário, noutro mês, é dor,

é cego e surdo e mudo

 

E o dia tão diário disso tudo

 

E se um dia a razão

Fria e negra do destino

Deitar mão

À porta, à luz aberta

Que te deixe liberta

E do pássaro se ouça o trino

 

Por te querer

Vou abrir em mim dois espaços

P’ra te dar

Enredo ao folhetim

A flor ao teu jardim

As pernas e com elas braços

 

Às vezes o amor

No calendário, noutro mês, é dor,

É cego e surdo e mudo

 

E o dia tão diário disso tudo

 

Mas se tudo tem fim

Porquê dar a um amor guarida

Mesmo assim

Dá princípio ao começo

Se morreres só te peço

Da morte volta sempre em vida

 

Às vezes o amor

No calendário, noutro mês é dor,

É cego e surdo e mudo

 

E o dia tão diário disso tudo

Da morte volta sempre em vida

 

Sérgio Godinho

 

publicado por Lagash às 16:00
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Sábado, 28 de Novembro de 2009

Hora Nostálgica #22 - Save Your Kisses For Me

 

 

Though it hurts to go away

It's impossible to stay

But there's one thing I must say before I go

I love You --you know

I'll be thinking of You in most everything I do

Now the time is moving on

And I really should be gone

But You keep me hanging on for one more smile

I love You --all the while

With your cute little way

Will You promise that you'll save your

 

Kisses for me

Save all your kisses for me

Bye bye baby bye bye

Don't cry honey don't cry

Gonna walk out the door

But I'll soon be back for more

 

Kisses for me

Save all your kisses for me

So long honey so long

Hang on baby hang on

Don't You dare me to stay

Cause You know I'll have to say

 

That I've got to work each day

And that's why I go away

But I count the seconds till I'm home with You

I love You --it's true

You're so cute honey -gee

Won't You save them up for me -your

 

Kisses for me

Save all your kisses for me

Bye bye baby bye bye

Don't cry honey don't cry

Gonna walk out the door

But I'll soon be back for more

 

Kisses for me

Save all your kisses for me

So long honey so long

Hang on baby hang on

Don't you dare me to stay

Cause you know

You've got to save your

 

Kisses for me

Save all your kisses for me

Bye bye baby bye bye

Don't cry honey don't cry

Won't You save them for me

Even though you're only three...

 

Brotherhood Of Man

 

publicado por Lagash às 16:25
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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

Bloco de Céu

 

("Bloco de Céu", pintura de Gustavo Fernandes) 

 

Pela cor do umbigo fundimos,

sem apressar e naturalmente,

o que de bom tenho em mim, não

tardará em chegar a ti.

 

E quando chegar, que te aconchega

a beleza, de cada segundo, porque

a língua desnuda a alma, na garra

do olho, capturada.

 

Pela força da semente alimentamos,

sem apressar e naturalmente,

o que de bom tenho em mim, não

tardará em chegar a ti.

 

E quando chegar, que te revela

o respeito, em cada minuto, porque

a verdade já baixou as armas, da defesa

do novo sangue pulsar.

 

Pelo verbo ‘amar’ inspiramos,

sem apressar e naturalmente,

o que de bom tenho em mim, não

tardará em chegar a ti.

 

E quando chegar, que te fertiliza

o orgasmo, de cada hora, porque

o medo da dor amedrontou-se, ante

tal virtuosidade do corpo desejado.

 

Pela volúpia do beijo sufocamos,

sem apressar e naturalmente,

o que de bom tenho em mim, não

tardará em chegar a ti.

 

E quando chegar, que te conforta

o abraço, de cada hora, porque

serei no 'aqui' um momento sem-fim, que

por ti, assegurar-te-ei esta vida.

 

Brinda Priem

 

publicado por Lagash às 16:22
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Terça-feira, 24 de Novembro de 2009

Desejo

 

 

Desejo a você...

Fruto do mato

Cheiro de jardim

Namoro no portão

Domingo sem chuva

Segunda sem mau humor

Sábado com seu amor

Filme do Carlitos

Chope com amigos

Crónica de Rubem Braga

Viver sem inimigos

Filme antigo na TV

Ter uma pessoa especial

E que ela goste de você

Música de Tom com letra de Chico

Frango caipira em pensão do interior

Ouvir uma palavra amável

Ter uma surpresa agradável

Ver a Banda passar

Noite de lua Cheia

Rever uma velha amizade

Ter fé em Deus

Não ter que ouvir a palavra não

Nem nunca, nem jamais e adeus.

Rir como criança

Ouvir canto de passarinho

Sarar de resfriado

Escrever um poema de Amor

Que nunca será rasgado

Formar um par ideal

Tomar banho de cachoeira

Pegar um bronzeado legal

Aprender uma nova canção

Esperar alguém na estação

Queijo com goiabada

Pôr-do-Sol na roça

Uma festa

Um violão

Uma seresta

Recordar um amor antigo

Ter um ombro sempre amigo

Bater palmas de alegria

Uma tarde amena

Calçar um velho chinelo

Sentar numa velha poltrona

Tocar violão para alguém

Ouvir a chuva no telhado

Vinho branco

Bolero de Ravel...

E muito carinho meu.

 

Carlos Drummond de Andrade

 

publicado por Lagash às 16:11
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Domingo, 22 de Novembro de 2009

Quem disse que não temos talentos? #25 O Jogo

 

 

Mais um dia em vão

No jogo em que ninguém ganhou

Dá mais cartas, baixa a luz

E vem esquecer o amor

 

És tu quem quer

Sou eu quem não quer ver

Que tudo é tão maior aqui

Está frio demais para apostar em mim

 

Vê que a noite pode ser

Tão pouco como nós

Neste quarto o tempo é medo

E o medo faz-nos sós

 

És tu quem quer mas eu só sei ver

Que o tempo já passou e eu fugi

Que aqui está frio demais p'ra me sentir

Mas queres ficar

 

Tudo o que é meu

É tudo o que eu não sei largar

Queres levar

Tudo o que é meu

É tudo o que eu não sei largar

Vem rasgar o escuro desta

Chuva que sujou

Vem, que a água vai

Lavar o que me dói

Vem, que nem o ultimo a cair

Vai perder

 

Tiago Bettencourt & Mantha

 

publicado por Lagash às 16:18
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Sábado, 21 de Novembro de 2009

Hora Nostálgica #21 - Unchained Melody

 

 

Oh, my love, my darling

I've hungered for your touch

A long, lonely time

And time goes by so slowly

And time can do so much

Are you still mine?

I need your love, I need your love

God speed your love to me

 

Lonely rivers flow

To the sea, to the sea

To the open arms of the sea

Lonely rivers sigh

"Wait for me, wait for me"

I'll be coming home; wait for me

 

Oh, my love, my darling

I've hungered, hungered for your touch

A long, lonely time

And time goes by so slowly

And time can do so much

Are you still mine?

I need your love, I need your love

God speed your love to me

 

Righteous Brothers

 

publicado por Lagash às 16:28
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Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Seduzes-me

 

 

Seduzes-me mulher!

Porque me tentas?

Fazes, como quem não quer…

E com todas as falas lentas...

 

Lanças um olhar de soslaio,

como quem brinca, sorris,

das armadilhas onde eu caio,

e levantas, altiva, o nariz…

 

Suaves palavras de seda,

sobe o teu sobrolho nobre,

e com a mão amparas a queda…

 

Sorrio, como eu sou tão minimal,

assim, frágil e pequeno.

E tu, em promontório colossal…

 

Mário L. Soares

 

publicado por Lagash às 16:03
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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

O teu colo

 

 

Onde eu deito

a cabeça

e descanso…

 

Onde os meus olhos

se fecham de sono

e prazer…

 

Onde é o abrigo

do meu medo

e que alberga…

 

Onde está o quente

do amor que nos une

e brinda…

 

Onde tu és

e eu sou

e nós somos…

 

Mário L. Soares

 

publicado por Lagash às 13:21
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Declaração

Declaro que a responsabilidade de todos os textos / poesia / prosa publicados é minha no respeitante à transcrição dos mesmos. Faço todos os possíveis para contactar o(s) autor(es) dos trabalhos a fim de autorizarem a publicação, na impossibilidade de o fazer, caso assim o entenda o autor ou representante legal deverá contactar-me a fim de que o mesmo seja retirado - o que será feito assim que receba a informação. Os trabalhos assinados "Mário L. Soares" são de minha autoria e estão protegidos com a lei dos direitos de autor vigente. Quanto às fotografias, todas, cujo autor não esteja identificado, são de "autor desconhecido" - caso surja o respectivo autor de alguma, queira por favor contactar-me para proceder à sua identificação e se for caso disso retirada do blog. Às restantes fotografias aplicarei o mesmo princípio dos trabalhos escritos. Obrigado. Mário L. Soares - lagash.blog@sapo.pt

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