Terça-feira, 22 de Julho de 2008

Quatro rosas

 

 

Quatro rosas te daria se pudesse…

Se eu pudesse, mudaria o mundo.

Se eu quisesse, daria a ti o que fosse…

Quatro rosas, de vermelho profundo.

 

Não posso manter esta ilusão,

De estar sem poder estar, nem poder ser…

Por isso mantenho a minha razão,

Sofro, mas não te as posso oferecer.

 

Sinto-o no coração – talvez nada te diga agora;

Mas o amor fica para sempre e sente

Não se manda pela janela fora…

Queima o interior e a mente.

 

Beijo-te e despeço-me. Desculpa-me …

Adeus… eternamente, gostei de ti.

 

Mário L. Soares

 

publicado por Lagash às 09:11
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5 comentários:
De Bichana a 22 de Julho de 2008 às 10:42
Belíssima escolha, o poema é lindo.
De susy 4 a 23 de Julho de 2008 às 15:30
És um romântico...
...somos todos, uns mais, outros menos...
As rosas são lindas, se não tiveres a quem as dar, antes que se estraguem, podes oferecê-las a mim.
Já há muito que ninguém me oferece flores :(

Passei para dar um alô. Fica bem Mário.
De Lagash a 23 de Julho de 2008 às 16:21
Oi...

Obrigado. Estas, não te as posso oferecer... :-(

Estas flores tem (tinham) destinatário. E como também não serão entregues a quem o poema é dirigido, também não posso dá-las, nem a ti, nem a ninguém. Desculpa e obrigado - sinto-me muito lisonjeado.

Talvez um dia consiga dar flores a alguém. Talvez um dia...

Beijinhos
De susy 4 a 23 de Julho de 2008 às 17:13
EU DESCULPO...
De susy 4 a 23 de Julho de 2008 às 16:58
Anima-te, sim?
A tristeza atrai as coisas más, eu sei do que falo...

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