Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

O melhor pretexto

 

("Um sorriso de criança", foto de Fernando Leão - olhares.aeiou.pt/FLeao )

 

É tão frágil a vida,

tão efémero, tudo!

(Não é verdade, amiga,

olhinhos-cor-de-musgo ?)

 

E ao mesmo tempo é forte,

forte da veleidade,

de resistir à morte

quanto maior a idade.

 

Assim, aos trinta e sete,

fechados alguns ciclos,

a vida ainda pede

mais sentimento, vínculos.

 

Não tanto os que nos deram

a fúria de viver,

como esses descobertos

depois de se saber

 

Que a vida não é outra

senão a que fazemos

(e a vida é uma só,

pois jamais voltaremos).

 

Partidários da vida,

melhor: do que está vivo,

digamos "não!" a tudo

que tenha outro sentido.

 

E que melhor pretexto

(quem o saiba que o diga!)

teremos p'ra viver

senão a própria vida?

 

Alexandre O'Neill

in "Poemas com endereço"

 

publicado por Lagash às 16:27
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Domingo, 30 de Agosto de 2009

Quem disse que não temos talentos? #17 Do It

 

 

Downtown

People know my name

But somehow when they call it doesn't sound the same

Stupid words,

No, they cannot break my heart

'cause I didn't listen from the start

 

If you wanna say stuff about me

If you wanna say, do it to my face

'cause every time I see the world go round

I know you will never ever bring me down

Do it to my face, do it to my face now

 

Funny

How you waste your time

Instead of living your life you prefer talking about mine

Stupid you

If you do not try to start

Touching the magic colors of your heart

 

If you wanna say stuff about me

If you wanna say, do it to my face

'cause every time i see the world go round

I know you will never ever bring me down

Do it to my face, do it to my face now

 

... Love yourself instead of hating me...

 

... Love yourself instead...

 

If you wanna say stuff about me

If you wanna say, do it to my face

If you wanna say stuff about me

If you wanna say, do it to my face

'cause every time I see the world go round

I know you will never ever bring me down

Do it to my face, do it to my face now

 

... Love yourself instead of hating me...

 

... Love yourself instead of hating me...

 

Fingertips

 

publicado por Lagash às 16:06
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Sábado, 29 de Agosto de 2009

Hora Nostálgica #10 - Circo de Feras

 

 

A vida vai torta

Jamais se endireita

O azar persegue

Esconde-se à espreita

 

Nunca dei um passo

Que fosse o correcto

Eu nunca fiz nada

Que batesse certo

 

E enquanto esperava

No fundo da rua

Pensava em ti

E em que sorte era a tua

Quero-te tanto! Quero-te Tanto!

 

De modo que a vida

É um circo de feras

E os entre tantos

São as minhas esperas

 

Nunca dei um passo

Que fosse o correcto

Eu nunca fiz nada

Que batesse certo

 

E enquanto esperava

No fundo da rua

Pensava em ti

E em que sorte era a tua

Quero-te tanto! Quero-te tanto!

 

Xutos & Pontapés

 

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Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009

John's Not Taken

 

 

Porque as palavras aparecem em diferentes formas…

 

Porque as formas da vida dão-nos frutos que não esperamos. Porque muitas vezes esperamos frutos diferentes da semente que plantamos.

 

Por todas as razões. A música, por si só, conta-nos histórias, leva-nos a lugares viajando pelo ar. A música faz-nos fechar os olhos e ver coisas diferentes, ou pelo menos, de forma diferente.

 

Oiçam a bom som e de olhos fechados, a poesia desta guitarra de Dominic Frasca.

 

Mário L. Soares

 

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Quinta-feira, 27 de Agosto de 2009

Alento

 

 

O vazio do que está completamente cheio

O corpo que transporta a alma e se mantém estéril

Nada brota de um pântano podre!

Nada é, sem ser o que é… apenas.

 

Serei apenas o produto das partes?

A soma de tudo o que fui? E o que serei?

Onde entra o amor na equação?

Limpam-se armas em tempo de paz…

 

Recomeçar é apenas voltar a começar.

Novo fôlego tomo no fim de tudo

E sigo o caminho inicial… com a mesma vontade

E o mesmo querer.

 

Queira-me Deus consigo no fim

Porque nunca quis mal a ninguém.

 

Mário L. Soares

 

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Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009

Quem somos

 

(The Son Of Man - René Magritte) 

 

Quem somos, senão o que imperfeitamente

sabemos de um passado de vultos

mal recortados na neblina opaca,

imprecisos rostos metidos nas páginas

antigas de tomos cujas palavras

não são, de certo, as proferidas,

ou reproduzem sequer actos e gestos

cometidos. Ergue-se a lâmina:

metal e terra conhecem o sangue

em fronteiras e destinos pouco

a pouco corrigidos na memória

indecifrável das areias.

A lápide, que nomeia, não descreve

e a história que o historia,

eco vário e distorcido, é já

diversa e a si própria se entretece

na mortalha de conjecturados perfis.

Amanhã seremos outros. Por ora

nada somos senão o imperfeito

limbo da legenda que seremos.

 

Rui Knopfli

in "O Corpo de Atena" 

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Terça-feira, 25 de Agosto de 2009

Conto dias

 

 

 

Que felicidade desenrola dentro de mim

por debitar litros de palavras a rodos?

Nenhuma mesmo. Sinto tudo e nada.

Sinto tudo o que digo, e nada do que saiu…

 

Conto dias de vida hoje, e muito poucos

a ter para a frente. E tanto que me falta

fazer, e completar. Tanta vida por viver.

Debito pois, sim. Talvez assim possa ser livre.

 

Liberto-me do que não quero. Do que sinto.

Do que não sinto. Do que faz falta.

Vejo ao longe o que não tenho e minto.

 

Sou o que quero. Quero mais do que posso.

Rompo barreiras com o meu abraço.

Mas sei que daqui não passo.

 

Mário L. Soares

 

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Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009

Pedra de canto

 

(Jardin de tuileries - Paris) 

 

 

Ainda terás alento e pedra de canto,

Mito de Pégaso, patada de sangue da mentira,

Para cantar em sílabas ásperas o canto,

De rima em -anto, o pranto,

O amor, o apego, o sossego, a rima interna

Das almas calmas, isto e aquilo, o canto

Do pranto em pedra aparelhada a corpo e escopro,

O estupro de outrora, a triste vida dela, o canto,

Buraco onde te metes, duplamente: com falo,

Falas, fá-la chorar e ganir, com falo o canto

No buraco de grilo onde anoiteces,

No buraco de falso eremita onde conheces

Teu nada, o dela, o buraco dela, o canto

De pedra, sim, canteiro por cantares e aparelhares

Com ela em rua e cama o falo fá-la cheia,

Canteiro porque o falo a julga flores, o canto

Áspero do canteiro de pedra e sémen que tu és

(No buraco do falo falaste),

Tu, falazão de amor, que a amas e conheces.

Amas a quem? Conheces quem? Pobre Hipocrene,

Apolo de pataco, Camões binocular, poeta de merda,

Embora isso em sangue dessa pobre alma em ferida:

A dela, a tua, cadela a tua pura e fiel no canto

De lama e amor como não há no charco em torno,

Maravilhoso canto só de soprares na ponta a um corno

E logo a sílaba e o inferno te obedecem

E as dores íntimas dela nas tuas falas se conhecem,

Sua íntima vergonha inconfessada desponta,

Passiflora penada, pequenina vulva triste

Em teu sémen sarada e já livre de afronta:

O canto em pedra e voz, psicóide e bem vibrado,

Límpido como vidro a altas horas lavado,

Como o galo de bronze pela dor acordado,

No amor e na morte alevantado,

Da trampa mentirosa resgatado,

Como Dante o lavrou em pedra de Florença

E deus to deu de amor põe ela no atoleiro?

Flor menina de orvalho em amor verdadeiro?

 

Ainda terás amor e pedra de canto,

Fé nela e sua dor de arrependida e enganada,

Ou, enfim, amor a fogo dado e perdão puro...

Eu quero lá saber! Amor de Deus no canto

De misericórdia e paz, mesmo para os violentos

Da violência violeta, a breve miosótis

Ao canto unida e em tuas lágrimas orvalhada?

Cala-te e humilha-te como ela,

Ou é maior do que tu no canto

E a esta hora só bebe talvez água salgada,

Oh poeta de água doce!

 

Mas, antes de calar espada e voz, responde:

Ainda terás alento e pedra de canto

Para cantar estas coisas,

Encantar outra vez a donzela roubada ou niña morta,

Enfim, o teu amor?

Dize, lá, sem-vergonha,

Homem singelo:

Pois se nisto me mentes nunca mais a verás.

 

(Quem fala?)

 

Vitorino Nemésio

 

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Domingo, 23 de Agosto de 2009

Quem disse que não temos talentos? #16 Quem és tu miúda?

 

 

Quando passas à minha rua

Como um anjo que flutua

Os teus pés, nunca pisam o chão

E a cada passo teu

Sem saber, eu troco o meu

Como se pisasses o meu coração

E até as flores do jardim

Mudam de cor, ao ver-te assim

 

Eu já não posso mais conter

Esta ansiedade de te ver

Quem és tu...

 

Quem és tu... miúda

Nesse sobressalto, desse salto alto

Quem és tu... miúda

Que me atormentas, em câmara lenta

Quem és tu... miúda

Miúda quem és...

 

Há certos momentos em que eu acho

Que não passas de um golpe baixo

Fantasia, de um pobre coração

Cá vou eu de sentinela

Pôr-me à espreita, na janela

Nem sequer, sei se existes ou não

E até os velhos do jardim,

Mudam de tom ao ver-te assim

 

Eu já não posso mais conter

Esta ansiedade de te ver

Quem és tu... miúda

 

Quem és tu... miúda

Nesse sobressalto, desse salto alto

Quem és tu... miúda

Que me atormentas, em câmara lenta

Quem és tu... miúda

 

Quem és tu... miúda

Miúda quem és... miúda

Miúda quem és tu... miúda

Miúda quem és... miúda

Miúda, quem és tu... miúda

Miúda, miúda... miúda

 

Os Azeitonas

 

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Sábado, 22 de Agosto de 2009

Hora Nostálgica #9 - 40º Graus à Sombra

 

 

No fundo da avenida

Bebendo um capilé

Quarenta graus à sombra

Nas mesas de café

E aquela rapariga

Eu já não sei o que dizer

O que fazer

O que dizer

O que fazer

 

Aihaiaha

Mediterrâneo Agosto

Em pleno verão

Aihaiaha

O sol a pino e eu faço

Uma revolução

Aihaiaha

 

Parte um navio

Desce a maré

Vejo o céu vermelho

Tomara que estivesse a arder

E aquela rapariga

Eu já não sei o que dizer

O que fazer

O que dizer

O que fazer

 

Aihaiaha

Mediterrâneo Agosto

Em pleno verão

Aihaiaha

O sol a pino e eu faço

Uma revolução

Aihaiaha

 

Eu só te quero a ti

Eu só te quero para mim

Agosto aqui para mim

Só ter um fim

É ter-te a ti

Só para mim

Agosto aqui

Só para mim

 

Radar Kadafi

 

publicado por Lagash às 16:15
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Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

Arrojos

 

 

Se a minha amada um longo olhar me desse

Dos seus olhos que ferem como espadas,

Eu domaria o mar que se enfurece

E escalaria as nuvens rendilhadas.

 

Se ela deixasse, extático e suspenso

Tomar-lhe as mãos «mignonnes» e aquecê-las,

Eu com um sopro enorme, um sopro imenso

Apagaria o lume das estrelas.

 

Se aquela que amo mais que a luz do dia,

Me aniquilasse os males taciturnos,

O brilho dos meus olhos venceria

O clarão dos relâmpagos nocturnos.

 

Se ela quisesse amar, no azul do espaço,

Casando as suas penas com as minhas,

Eu desfaria o Sol como desfaço

As bolas de sabão das criancinhas.

 

Se a Laura dos meus loucos desvarios

Fosse menos soberba e menos fria,

Eu pararia o curso aos grandes rios

E a terra sob os pés abalaria.

 

Se aquela por quem já não tenho risos

Me concedesse apenas dois abraços,

Eu subiria aos róseos paraísos

E a Lua afogaria nos meus braços.

 

Se ela ouvisse os meus cantos moribundos

E os lamentos das cítaras estranhas,

Eu ergueria os vales mais profundos

E abateria as sólidas montanhas.

 

E se aquela visão da fantasia

Me estreitasse ao peito alvo como arminho,

Eu nunca, nunca mais me sentaria

Às mesas espelhentas do Martinho.

 

Cesário Verde

 

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Quinta-feira, 20 de Agosto de 2009

Resposta

 

 

Bem mais que o tempo

Que nós perdemos

Ficou p’ra trás

Também o que nos juntou...

 

Ainda lembro

Que eu estava lendo

Só p’ra saber

O que você achou

Dos versos que eu fiz

E ainda espero

Resposta...

 

Desfaz o vento

O que há por dentro

Desse lugar

Que ninguém mais pisou...

 

Você está vendo

O que está acontecendo

Nesse caderno

Eu sei que ainda estão...

 

Os versos seus

Tão meus que peço

Nos versos meus

Tão seus que esperem

Que os aceite...

 

Em paz eu digo que eu sou

O antigo do que vai adiante

Sem mais eu fico onde estou

Prefiro continuar distante...

 

Bem mais que o tempo

Que nós perdemos

Ficou p’ra trás

Também o que nos juntou...

 

Ainda lembro

Que eu estava lendo

Só p’ra saber

O que você achou...

 

Dos versos seus

Tão meus que peço

Dos versos meus

Tão seus que esperem

Que os aceite...

 

Em paz eu digo que eu sou

O antigo do que vai adiante

Sem mais eu fico onde estou

Prefiro continuar distante...

 

Desfaz o vento

O que há por dentro

Desse lugar

Que ninguém mais pisou...

 

Você está vendo

O que está acontecendo

Nesse caderno

Sei que ainda estão...

 

Os versos seus

Tão meus que peço

Nos versos meus

Tão seus que esperem

Que os aceite...

 

Em paz eu digo que eu sou

O antigo do que vai adiante

Sem mais eu fico onde estou

Prefiro continuar distante...

 

Skank

 

publicado por Lagash às 16:02
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Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009

Obscura Castidade

 

(Virgin Buggered by Her Own Chastity, de Salvador Dalí 1954) 

 

 

Uma obscura e inquieta castidade

pôs uma flor para mim no jardim mais secreto

num horizonte  de graça e claridade

intangível e perto.

 

Promessa estática no luar

da densidade em mim corpórea,

não é a culpa, é a memória

da primeira manhã do pecado,

sem Eva e sem Adão.

Só o fruto provado

e a serpente enroscada

na minha solidão

 

Natália Correia

 

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Terça-feira, 18 de Agosto de 2009

Indifference

 

 

I will light the match this morning, so I won’t be alone

Watch as she lies silent, for soon night will be gone

Oh, I will stand arms outstretched, pretend I’m free to roam

Oh, I will make my way, through, one more day in hell...

How much difference does it make

How much difference does it make, yeah...

 

I will hold the candle till it burns up my arm

Oh, Ill keep taking punches until their will grows tired

Oh, I will stare the sun down until my eyes go blind hey,

I won’t change direction, and I won’t change my mind

How much difference does it make

how much difference does it make...how much difference...

 

I’ll swallow poison, until I grow immune

I will scream my lungs out till it fills this room

How much difference

How much difference does it make

 

Pearl Jam

 

publicado por Lagash às 16:24
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Segunda-feira, 17 de Agosto de 2009

Quem disse que não temos talentos? #15 Antes & Depois

 

 

Quem te apurou?

Como os anos passam por nós

É ver o tempo deixar-nos sós

E esperamos

 

Que justifiquem ou que nasça, pelo menos, alguma razão

Ao motivo pelo qual vai cedendo o corpo então

Aos anos

 

Sinto mais do que preciso

Perco a voz ganho juízo

E quem fui eu não sou mais

Mudam gostos ganho peso

Perco medos e cabelo

E quem fui eu não sou mais

 

Algo melhorou!

Ficámos sábios… pelo menos aos olhos dos outros

Ser responsável compete a poucos

A bem poucos....

Não dependemos, daqui para a frente, de ninguém

Quer dizer… O sexo agora implica quase sempre alguém

E ainda bem!!!!

 

Sinto mais do que preciso

Perco voz ganho juízo

E quem fui eu não sou mais

Mudam gostos ganho peso

Perco medos e cabelo

E quem fui eu não sou mais

 

Não choro as partes que estão para trás

 

Não concluo

O meu tempo não é uma canção

Que tem quase sempre rima certa, métrica e refrão

E esta... acabou.

 

 

Klepht

(Já é a terceira música que ‘posto' no meu ‘talentos’ destes meninos. Sei que estão por vossa conta – e não estamos todos? – e isso é sempre difícil. Espero sinceramente que continuem e que nos espantem com o vosso talento. Obrigado. Mário L. Soares)

 

publicado por Lagash às 16:24
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Declaração

Declaro que a responsabilidade de todos os textos / poesia / prosa publicados é minha no respeitante à transcrição dos mesmos. Faço todos os possíveis para contactar o(s) autor(es) dos trabalhos a fim de autorizarem a publicação, na impossibilidade de o fazer, caso assim o entenda o autor ou representante legal deverá contactar-me a fim de que o mesmo seja retirado - o que será feito assim que receba a informação. Os trabalhos assinados "Mário L. Soares" são de minha autoria e estão protegidos com a lei dos direitos de autor vigente. Quanto às fotografias, todas, cujo autor não esteja identificado, são de "autor desconhecido" - caso surja o respectivo autor de alguma, queira por favor contactar-me para proceder à sua identificação e se for caso disso retirada do blog. Às restantes fotografias aplicarei o mesmo princípio dos trabalhos escritos. Obrigado. Mário L. Soares - lagash.blog@sapo.pt

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