Quinta-feira, 27 de Agosto de 2009

Alento

 

 

O vazio do que está completamente cheio

O corpo que transporta a alma e se mantém estéril

Nada brota de um pântano podre!

Nada é, sem ser o que é… apenas.

 

Serei apenas o produto das partes?

A soma de tudo o que fui? E o que serei?

Onde entra o amor na equação?

Limpam-se armas em tempo de paz…

 

Recomeçar é apenas voltar a começar.

Novo fôlego tomo no fim de tudo

E sigo o caminho inicial… com a mesma vontade

E o mesmo querer.

 

Queira-me Deus consigo no fim

Porque nunca quis mal a ninguém.

 

Mário L. Soares

 

publicado por Lagash às 16:12
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2 comentários:
De Anónimo a 28 de Agosto de 2009 às 19:28
“Quantas vezes”
“(…) Quantas vezes nós pensamos em desistir, deixar de lado, o ideal e os sonhos. Quantas vezes batemos em retirada, com o coração amargurado pela injustiça. Quantas vezes sentimos o peso da responsabilidade, sem ter com quem dividir. Quantas vezes sentimos solidão, mesmo rodeados de pessoas. Quantas vezes falamos, sem sermos notados. Quantas vezes lutamos por uma causa perdida. Quantas vezes voltamos para casa com a sensação de derrota. Quantas vezes aquela lágrima, teima em cair, justamente na hora em que precisamos parecer fortes. Quantas vezes pedimos a Deus um pouco de força, um pouco de luz. E a resposta vem, seja lá como for, através de um sorriso, de um olhar cúmplice, de um bilhete, num gesto de amor. E aí nós continuamos a insistir. Insistimos em prosseguir, em acreditar, em transformar, em dividir, em estar, em ser. E Deus insiste em nos abençoar, em nos mostrar o caminho, aquele mais difícil, mais complicado, mais bonito. E nós insistimos em prosseguir, porque sabemos que temos uma missão, a de sermos felizes… (…)”
Não sei quem escreveu isto, encontrei-o perdido nas memórias do meu computador. É uma daquelas apresentações ppt que nos enviam por e-mail (esta ganha por não ser demasiado lamechas e conter alguns escritos de substância) e que, não podendo partilhar por aqui, decidi extrair este excerto.
Sabe Mário, identifico-me com muito do que escreve, talvez porque quem gosta de palavras, apura a sensibilidade e a interpretação.
Para hoje, “Isso Ontem Único”, de António Maria Lisboa
Ubdps! S.
De Lagash a 29 de Agosto de 2009 às 13:29
Olá S.,

Por vezes, e passo agora por uma vez dessas, tenho menos força que aquela que gosto de pensar que tenho. Sinto-me fraco e desanimado, sinto que o mundo não conspira a meu favor, o que normalmente é quase um mote, meio a brincar, de vida e que me motiva e me dá o tal alento.

Estou um bocado em baixo. Mas isto passa.

Devia ter ido a um almoço a Querença que deve estar a começar agora e que deve ser extremamente divertido... dormi até tarde e já não dá. Esta noite devia ir à noite branca... vamos ver se vou. Acho que sim. Depois de um bom banhito o corpo acorda e reage...

Já pedi a Deus a tal força extra que falou, mas por incompetencia minha não vi a tal resposta, o tal sorriso, um gesto de amor...

Mário L. Soares

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